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SER DE VERDADE

VALOR ENERGÉTICO

TODA MULHER RENASCE DUAS VEZES, UMA DENTRO DELA E OUTRA DENTRO DA CASA, ONDE ELA DECIDE SER DE VERDADE

Algumas coisas você tira do espaço; outras, você tira de você e percebe que tudo era a mesma coisa , é aí que você entende o que é SER de verdade.

KI & KI LA VIETT

Tudo muda quando a energia antiga deixa de ter permissão para morar com você.

SER não é uma ideia. É um movimento interno que, quando finalmente encontra espaço, desloca tudo o que estava parado dentro da gente. Um dia, sem aviso, você sente que não pode mais carregar objetos, memórias, hábitos e pessoas que já não pertencem ao seu caminho.

E nesse instante . . .  simples, silencioso e definitivo ,  que começa.

É quando você olha para a sua vida com lucidez suficiente para dizer “isso fica” e “isso sai”, sem culpas, sem teatro e sem medo do vazio temporário que a verdade abre.

É o momento em que você escolhe a si mesma antes de qualquer narrativa que tentaram colar em você.

O que é Ser ? Você refinada com seus ajustes

Não é um estado; é um eixo.
É a infraestrutura emocional que sustenta a Mulher | Homem quando o mundo tenta desmontá-los. É IDENTIDADE em TOTALIDADE bruta e original , antes dos filtros sociais, antes das narrativas alheias, antes do “faça assim para ser aceito”.

SER é aquilo que permanece quando tudo o que não é você cai.

Não tem mistério, não tem abstração: é decisão, presença, verdade.
É a soma das escolhas que você faz com determinação e personalidade, mesmo com pessoas olhando , porque SER não depende de esconder-se para existir. 

SER não pode existir quando não tem ninguém olhando ? como assim ? “NINGUÉM” OLHANDO ?

Você sabe o que significa “ninguém”?  Ki, respondesignifica o vazio, o inexistente, o nada.

E quando você vive tentando agradar esse “NINGUÉM”, com medo desse “NINGUÉM”, VOCÊ SE DISSOLVE NO QUE NÃO EXISTE.

SER é o contrário disso: é sustentar-se no real, no que é seu, no que tem nome, voz ,raiz , ASSINATURA.

É firmeza sem agressão; é raiz sem prisão; é movimento sem perder o próprio CENTRO.
É o momento em que você entende: “Eu não estou reconstruindo uma nova vida . . .  eu estou me devolvendo para mim mesma, inteira e melhor.Depois , paro, penso na forma que farei isso. 

Porque a experiência que você entrou em contato com tudo que viveu , não pode ser desprezada, abandonada… mas, adequada ao momento e o que não for útil . . . aí sim, você despreza. 

SER + Ambiente

Mesmo sem ter plena consciência, chega um momento em que a necessidade de SER você grita mais alto do que qualquer coisa e, de repente, você começa a enxergar o ambiente. Ele deixa de ser cenário… e passa a ser ESPELHO.

Não um espelho visual, desses que mostram a aparência. Não é isso gente
É um espelho energético, aquele que devolve o que você sentiu, viveu, tolerou durante anos com alguém . . . NO MESMO ESPAÇO

O espaço começa a falar antes de você entender. A sensibilidade chega primeiro, mesmo você não entendendo tudo, no primeiro momento.

O corpo acusa antes da mente interpretar.

E, de repente, algo que sempre esteve ali . . .  um objeto, um tapete, um móvel, um detalhe aparentemente “normal”, começa a provocar uma aflição silenciosa, causando reações físícas , como por exemplo: dor no peito. 

Um desconforto que você não sabe explicar, mas que deixa claro um sentimento: Por que isso me gera desconforto, sensações estranhas? 

Não é racional.
Não é estético.
É energético.

E quando você, finalmente, retira o que estava causando esse mal estar , o movimento acontece na hora.
Não é imaginário . . .  é visceral. Vem um alívio e a certeza : acabou . . . acabou. 

E a certeza vem como um recado interno : o invisível que causava travas … acabou. A liberdade em transitar no mesmo espaço , sentindo como se fosse pela primeira vez ou EU VOLTEI, SIM, VOLTEI muito maior . . . 

Não existe “penade manterNão existe “vou deixar por enquanto”.
Quando a energia é antiga, carregada e ligada à dor, o corpo não negocia , ele expulsa.

E por mais improvável que pareça, esse movimento nasce no instante exato em que você pede socorro lá para cima, para o Alto. Entende o que eu digo? 

Porque quando uma pessoa chama a própria verdade, o ambiente responde.
A casa se organiza, as coisas se revelam, a energia que não combina mais com você começa a se deslocar, pedindo saída.

É assim que o SER e o ambiente conversam: um libera, o outro acompanha.
Você renasce e a casa renasce junto.

E é nesse ponto que o espaço deixa de carregar os resíduos do passado…e se permite criar com você capítulos de novas histórias. E VOCÊ PASSA A SER MAIS SELETIVA. 

Viver histórias escolhidas, não herdadas. Histórias que você seleciona, constrói e sente com consciência.  

Aquelas que, pela primeira vez, têm o seu nome, a sua energia, a sua autoria.

Porque não existe culpa em ser feliz.
Existe a coragem de permitir que a vida fique leve onde antes era peso.